

No dia 22 de junho, domingo, celebramos o 12º Domingo do Tempo Comum. A missa das dezenove horas, na Matriz Sagrada Família foi presidida pelo Pároco Pe. Laurindo Aguiar, msf. Pe. Laurindo assim refletiu em sua homilia:
“Na Igreja, há muitos católicos por tradição; muitos católicos, às vezes, por conveniência social; mas existem muitos católicos, que são católicos, pela experiência que fizeram com Cristo Jesus. Hoje, escutamos esse evangelho belíssimo que é para nós uma catequese, em que vamos aprendendo à medida que vamos nos colocando na presença de Jesus. O primeiro destaque é o contexto que Jesus coloca a seus discípulos as suas perguntas. Toda a missão de Jesus, toda a sua orientação, a sua experiência vem antecedida de oração, da sua intimidade, da sua comunhão com a palavra e a vontade do Pai. É a partir desse silêncio que Ele vai dirigir a pergunta”.
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“Nós estamos aqui, frequentemente a gente vem à igreja, participamos de algum movimento, de algum trabalho dentro da Igreja, vimos à missa dominical e aqui estamos na presença de Jesus, estamos em oração. E nesta oração, Jesus está a nos perguntar: ‘O que vocês andam escutando nas ruas, nas casas, por onde andam? Realmente o que dizem as pessoas que eu sou? O mundo que vocês vivem, que vocês caminham é o mundo que me conhece? Este mundo me conhece, revela de fato o que eu sou? Ou há uma confusão entre aquilo que eles dizem que eu sou e aquilo que verdadeiramente eu sou’. E a resposta que os discípulos dão para Jesus é uma resposta que não corresponde de fato a Jesus. Eles pensam que Jesus é uma pessoa que não é. Uns pensam que Jesus é João Batista. João é aquele que veio para preparar os caminhos do Senhor, que veio para contar a grandeza do enviado. E, diante dos seus discípulos, Jesus quer a resposta individual de cada um. Jesus diz vocês trouxeram o que as pessoas falam, mas eu quero saber de vocês, quem sou eu para vós?”
Santa Missa / 12° Domingo do Tempo Comum / Domingo / 22/06/2025 – 19h. Rezemos!
“É uma resposta, amados irmãos e irmãs, difícil. Não é uma resposta fácil, porque é uma resposta que deve nascer de dentro, do coração e para nascer de dentro é preciso haver de fato encontro verdadeiro com Jesus. E Pedro, ao responder apresenta aquilo que é essencial, o centro da nossa fé, quem é Jesus e porque nós o seguimos, porque nós o escutamos e buscamos obedecer a ele. Pedro vai dizer: ‘Porque Ele é o Cristo de Deus. Ele é o Messias, o ungido, o enviado de Deus’. Pedro reconhece que Jesus é o próprio Deus, que é digno de ser louvado, amado, adorado e seguido, porque Ele nos mostra de fato o Pai. Então, a fé de Pedro é uma fé digna de ser imitada, de ser acolhida e professada, como nós enquanto Igreja buscamos fazer. E nós seremos salvos à medida que gastarmos a nossa vida, não por acaso, não por qualquer coisa, não para o mundo, mas gastarmos a nossa vida produzindo ou fazendo o bem imitando o Cristo Jesus. Aquele que perde a vida por causa de Cristo Jesus encontrará a salvação, a vida eterna”.
Ao final da Santa Missa, Padre Laurindo cantou os parabéns para os aniversariantes presentes. Desejou a todos um bom São João. “Que o São João recorde a vida daquele que veio preparar os caminhos do Senhor. Que esse São João possa ser regado também de oração, de bons encontros, de muita fraternidade e amizade!”
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Texto: Juciane Francisca / PasCom Sagrada Família
Fotos: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família