
O último dia da novena em honra à Sagrada Família, realizado na Matriz da Paróquia Sagrada Família, aconteceu no sábado, dia 18 de julho de 2026. A celebração marcou a reta final para a festa dos 61 anos da paróquia. O momento de integração e fraternidade contou com a animação da Legião de Maria e a participação de várias comunidades locais. O tema central da noite foi “Sagrada Família, casa de oração, comunhão e serviço, um caminho de cura e restauração”. A Santa Missa foi presidida pelo Padre Rodrigo, reitor do Santuário de Santo Antônio da Serra das Araras, e concelebrada pelos padres Pedro Leonides, msf e Herbert, msf. Em sua homilia, Padre Rodrigo assim refletiu:
“É interessante que nós católicos, muitas vezes acusados de idolatria, de tantas injúrias, de tantas lamúrias, e quem tá lá fora gosta de nos questionar, né? ‘Ah, eu não vou na igreja porque na igreja só tem hipócritas’. Esquecendo que sempre tem lugar para mais um, esquecendo que aqui sim temos as nossas mazelas e misérias. E aqui acorremos para sermos pessoas melhores, para buscar uma transformação, ainda que tenhamos essas nossas peculiaridades. Mas aqui nós entendemos e compreendemos o quão amado nós somos por Deus.”
Participe do canal da Paróquia Sagrada Família no Whatsapp e receba as principais notícias direto no seu celular. Clique aqui e se inscreva.
“E me vem ao coração quando o salmista diz: ‘Até mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa e a andorinha ali prepara o seu ninho’. Porque aqui mesmo sendo quem nós somos, apesar de mim, apesar de nós, apesar de você, aqui nós encontramos abrigo e segurança. Aqui nós entendemos o quão a mudança é possível, o quanto é possível sermos pessoas melhores. Acorremos ao altar de Deus porque necessitados do alimento da palavra e do alimento do pão eucarístico, nós encontramos mudança e transformação.”
Santa Missa | Festejos Paróquia Sagrada Família | 9º Dia da Novena | 18/07/2026 | 19h
“Jesus manso e humilde de coração. Fazei o nosso coração semelhante ao vosso. Não igual, mas semelhante, parecido. E ali cantamos, não é? ‘Meu amor é como este pão que era trigo que alguém plantou, depois colheu e depois tornou-se salvação e deu mais vida e alimentou o povo meu’. Nós entendemos o pão trabalhado, que era trigo, não joio, era semente boa, semente que deu fruto, semente que precisou ser triturada, moída para se tornar farinha, molhada na água, depois molhada na fé para se tornar Deus presente.”
Ao fim da Santa Missa, um momento solene de consagração das famílias à Sagrada Família. Pe. Rodrigo foi agraciado com uma lembrança da paróquia. Após, os avisos sobre a continuidade dos festejos, incluindo o show da banda Os Tropicais.
Clique aqui para ver a cobertura fotográfica completa.
Texto: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família
Fotos: Rosiane Barbosa / PasCom Sagrada Família