

No domingo, vinte e sete de abril, celebramos o Segundo Domingo da Páscoa e também o Domingo da Divina Misericórdia. A Santa Missa das dezenove horas na Matriz foi presidida pelo Pe. Laurindo Aguiar, msf. Após a proclamação do evangelho, Pe.Laurindo assim refletiu em sua homilia:
“Celebramos hoje o Segundo Domingo de Páscoa e o Domingo da Divina Misericórdia. A liturgia que escutamos vai nos ajudando a tomar consciência da experiência que os primeiros discípulos vivenciaram, do Cristo ressuscitado. Dos sinais que o Senhor foi gradativamente revelando a eles. Vamos percebendo o contexto que essa primeira comunidade de discípulos se encontrava. Não era uma situação fácil, descreve o evangelho, para aqueles que ali tinham seguido Jesus. Era uma situação de extrema insegurança. Quando você se sente inseguro você procura todos os meios de se proteger e a maneira desses discípulos sentirem-se mais seguros, diante da insegurança, foi fechando as portas. É uma comunidade que ainda não tem clareza do Cristo ressuscitado”.
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“Diante desse contexto, Jesus se apresenta para ser o próprio norte, o direcionamento desses discípulos. Jesus colocou-se no meio deles. ‘A paz esteja convosco’. Jesus está a comunicar a sua presença, do seu ser, do seu amor. Comunicar o seu amor para que eles possam de fato perceber que aquele que morreu, que foi crucificado é o mesmo que está ressuscitado no meio deles. Eles vão perceber isso e Jesus mostra as marcas do seu martírio, as mãos e o lado, da lança que furou Jesus, de onde saiu sangue e água. Neste ato recordamos o sacramento do batismo. Recordamos neste ato também o sacramento da eucaristia. Essas marcas no corpo de Jesus é onde nasceu e agora brota e continua a brotar o seu amor pela comunidade, por aqueles que ele havia amado e esteve com eles até o momento final da sua vida terrena”.
Santa Missa / 2º Domingo de Páscoa – Domingo da Divina Misericórdia / 27/04/2025 / 19h – Rezemos.
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“O processo que a comunidade vive é um processo que há na vida dos discípulos. Eles estavam com medo e inseguros e, ao perceberem Jesus, eles se alegram porque já conseguem enxergar a figura do Cristo ressuscitado. E dessa experiência vem as consequências que é a dimensão missionária. E, Jesus nos recorda, que a missão que Ele tão bem realizou, que foi acompanhada de misericórdia pela comunidade, regada de misericórdia para com os doentes, os órfãos, os estrangeiros, os pecadores, os pobres, Ele recebeu do Pai. E assim Ele recorda: ‘Como o Pai me enviou eu também vos envio. Quero que sejas uma comunidade missionária.’ Uma comunidade a dar testemunho do Cristo ressuscitado, da boa-nova. Então nós, enquanto Igreja, existimos e existiremos à medida que formos testemunhas e darmos testemunhos do Cristo ressuscitado entre nós no mundo. A transformação da nossa vida leva-nos a revelar esse Cristo ressuscitado e, naturalmente, atrair outros a somar nesta missão que Jesus dá à Igreja”.
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Ao final da Santa Missa, antes da bênção final, Padre Laurindo abençoou os quadros da Divina Misericórdia que os irmãos haviam levado para celebração.
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Texto: Juciane Francisca / PasCom Sagrada Família
Fotos: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família