

No sábado, 11 de julho, às 19 horas, aconteceu o 2º dia da novena em honra à Sagrada Família, realizada na Matriz da Paróquia Sagrada Família em Januária. A celebração foi guiada pelo tema “Sagrada Família, o coração da Igreja Doméstica”, enfatizando o lar como o primeiro lugar onde a fé deve ser vivida e cultivada.
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A Santa Missa foi presidida pelo Padre André Luiz, cura da Catedral Nossa Senhora das Dores de Januária, e concelebrada pelos Padres missionários Pedro Leonides, msf; Marconi Nunes Lira, msf e Herbert Rohleder, msf.
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Após a proclamação do evangelho, assim refletiu Pe. André:
“A Palavra de Deus é apresentada e espera de nós uma resposta, por isso o profeta Isaías apresentou na Primeira Leitura que a palavra voltará para Deus, mas espera voltar com frutos, com bons resultados. E nós nos perguntamos que tipo de terreno somos? A semente é a Palavra de Deus. E os terrenos apresentados no evangelho podem nos fazer pensar se às vezes nós não somos esses terrenos, ou alguns desses terrenos”.
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“Às vezes, não nos comportamos como terrenos que impedem que a Palavra de Deus dê bons frutos, bons resultados. É verdade que o Senhor nos chama para ter atenção a todos esses terrenos. Se não formos alguns desses terrenos, encontraremos situações, pessoas que se comportaram como esses terrenos. O primeiro terreno que fica à mercê dos inimigos, das tentações, facilmente se deixa levar pelas seduções do mundo, ou pela indiferença mesmo à Palavra de Deus. Será que não somos esse terreno que é pedregoso e por isso impede que a semente crie raízes e dê frutos? Será que não estamos vivendo essa experiência em que a Palavra de Deus não encontra profundidade em nós? Será que não estamos tratando as coisas de Deus de uma maneira muito superficial, mecânica? Entramos vazios e saímos vazios. Não por causa de Deus, ou dos sacramentos, mas porque estamos assim, sem essa profundidade, oferecemos para Deus apenas o raso, e a Palavra então não entra”.
Santa Missa | Festejos Paróquia Sagrada Família| 2º Dia | 11/07/2026 | 19h
“Nós podemos ser também um terreno espinhoso para nós e para os outros, impedindo as pessoas de crescerem na Palavra de Deus, na experiência do seguimento, porque nós vamos sufocando, como os espinhos sufocam as sementes, e por isso, elas não podem dar frutos. Pelo contrário, queremos ser o terreno bom, que produz muitos frutos. E aqui pensamos na experiência de cada um, nessa caminhada de 61 anos. Vocês e outros que passaram por aqui, deram frutos e continuam a dar frutos. Que bom esses frutos. Os frutos de oração, de comunhão, de missão. Que beleza cada um que passou pela história da paróquia, cada um que passa se propõe a ser um terreno. Vocês estão aqui porque se propõem a serem bons terrenos, onde a Palavra de Deus e sacramento da eucaristia chega e encontra acolhimento, disponibilidade para poder gerar bons resultados. Sejam então todos, dentro da sua medida, da sua condição, abertos a acolherem a semente da Palavra e a produzirem os bons frutos, os resultados na proporção que Deus lhes permite realizar”.
Após a comunhão, nas homenagens, Wilma e família agradeceram Padre André pela presença nesse 2º dia de novena e entregaram uma lembrança. Os noiteiros, em procissão, ofertaram flores à Sagrada Família e juntos rezaram a oração do Papa Francisco à Sagrada Família. Padre André testemunhou sobre a sua trajetória vocacional e gratidão aos padres que o formaram, mencionando especialmente o auxílio do Padre Herbert.
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Texto: Juciane Francisca / PasCom Sagrada Família
Fotos: Rosiane Barbosa / PasCom Sagrada Família