Pe. Marconi: “Jesus é a pessoa mais importante da nossa comum unidade!”

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setembro 6, 2026

Pe. Marconi: “Jesus é a pessoa mais importante da nossa comum unidade!”

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A Igreja celebrou no domingo, seis de setembro, o 23º Domingo do Tempo Comum. A Santa Missa das 19 horas foi presidida pelo Pe. Marconi Nunes Lira, msf; que após proclamar o evangelho, assim refletiu:

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“A Primeira Leitura é Deus falando ao profeta Ezequiel que se uma pessoa comete algo de mal, se alguém vai corrigi-la e ela se converte, a pessoa que foi corrigida ganhará também a recompensa do Reino do céu. Mas se alguém erra e ninguém vai corrigi-la, então as pessoas que não vão corrigir essa pessoa, vão ficar fora da comunhão com Deus e não a pessoa que praticou a iniquidade, a pessoa que é ímpia. Na realidade, é Deus dizendo para o profeta: ‘Você precisa fazer a correção fraterna das pessoas que praticam o mal’. É como se Deus dissesse assim: ‘Olha, a nossa salvação, ela não acontece de forma individualista, ou seja, a salvação ela acontece na comunidade. É na comunidade que nós nos salvamos. Por isso, a importância e a ênfase de Deus falando com o profeta Ezequiel sobre a importância de se fazer a correção fraterna da pessoa que errou. Temos que ter cuidado para não ir de uma forma que a gente vá querer fazer a correção fraterna da pessoa querendo ser maior, mais importante, como se a gente não pecasse, como se a gente não cometesse nenhum erro. É a gente procurar da melhor forma possível fazer essa correção fraterna”.

 

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“Se você conseguir resolver a questão, você conseguiu, você conquistou aquela pessoa para si. Ah, o evangelho diz literalmente assim, para si. Mas na realidade não é para si. A gente não vai corrigir a pessoa que errou, que pecou para a gente, é corrigir para a comunidade para que a pessoa que errou, que pecou, volte para a comunidade. E aí se a pessoa não se converte, ela não volta para a comunidade, então a segunda atitude é chamar duas ou três pessoas como para irem como testemunhas até essa pessoa para que ela possa voltar para a comunidade. Mas eu repito e a Segunda Leitura, São Paulo, ele vai falar sobre a questão do mandamento principal. O mandamento principal é o mandamento do amor. Essa correção fraterna, ela tem que ser feita com todo o amor que a gente tem para com as pessoas, o que a gente deve ter para com os nossos irmãos e irmãs, porque senão a gente, claro, não vai fazer com que a pessoa que pecou volte para a comunidade. Pelo contrário, a gente vai fazer com que a pessoa se afaste mais ainda da comunidade. Se nem mesmo assim a pessoa volta para a comunidade, então Jesus diz que a causa seja levada para a Igreja. Ou seja, a Igreja significa a comunidade toda agora reunida vai se esforçar o máximo possível para que a pessoa volte para a Igreja, volte para a comunidade. E aí Jesus diz assim: ‘Se nem mesmo à Igreja, a pessoa escutar, que ela seja tratada como um pagão, uma pagã ou um pecador público.’ Mas ao dizer essa frase, a gente pensa que Jesus tá dizendo assim: ‘Olha, se a gente fez tudo que deveríamos fazer da forma certa e mesmo assim a pessoa não voltou para a comunidade, então ela não merece voltar para a comunidade. Mas não é isso que Jesus quer dizer na realidade. O que Jesus quer dizer é o seguinte: ‘Fizemos tudo o possível para a pessoa que pecou voltar para a comunidade. Se ela não voltar para a comunidade, agora vamos dar um tempo para que a pessoa possa pensar e repensar no que ela fez e para que ela possa se converter e voltar para a comunidade.’ Não é a gente lavar as mãos, porque já fizemos tudo o que tínhamos de fazer e a pessoa que se vire. Não é isso. A correção fraterna é bem mais complicada. Por quê? Porque nós precisamos estar envolvidos na correção fraterna em relação à pessoa que peca”.

 

Santa Missa | 23º Domingo do Tempo Comum | 06/09/2026 | 19h

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“E é interessante como Jesus vai dizer, se dois ou mais estiverem decididos em alguma coisa para pedir ao Pai, ele vos dará. Jesus aqui chama a atenção da importância da comunidade, onde dois de vocês, estiverem precisando de alguma coisa, pode pedir ao meu Pai e Ele vos dará. Na realidade, não é a gente ficar pedindo a Deus somente coisas para nós de forma egoísta. É a gente pedir a Deus de forma comunitária. Inclusive a palavra comunidade é a junção de duas palavras, comum unidade. Ou seja, todos nós precisamos estar em comum unidade. Justamente estando em comum unidade, a gente pode pedir a Deus o que a gente quiser para a comunidade, e Deus nos concede. Jesus é a pessoa, deve ser a pessoa mais importante da nossa comum unidade. Nós nos dizemos cristãos. A nossa fé deve ser a fé em Jesus Cristo. É ele, Jesus Cristo, que nos leva ao Pai. Ou seja, para a gente conhecer a Deus, o nosso Pai, somente através de Jesus Cristo. E em Maria e Nossa Senhora, nos santos, nós temos devoção. Mas nós não temos fé em Maria e nos santos e santas. Temos devoção. Em Jesus nós temos fé, porque somos cristãos. Ele é e deve ser a pessoa mais importante da nossa comunidade. Por isso que nós nos reunimos em comum unidade para celebrar o memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, que é a Eucaristia, como ápice da nossa fé, como como nos diz o Catecismo da Igreja Católica. Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo”.

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Após a comunhão, Padre Marconi reforçou o aviso da venda das velas. “Quem tiver adquirindo as velas do Jubileu da Diocese, vai estar também contribuindo para a construção do seminário propedêutico da diocese lá na cidade de São Francisco.”

 

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Texto: Juciane Francisca / Pascom Sagrada Família

Foto: Laura Medrado / Pascom Sagrada Família