
No domingo, 24 de março, celebramos a Solenidade de Pentecostes. A Santa Missa das 19 horas, na Matriz da Paróquia Sagrada Família, foi presidida pelo Pároco Pe. Pedro Leonides, msf, que iniciou a celebração abençoando a água com a qual aspergiu a assembleia, sendo uma recordação constante do batismo dos fiéis. Após proclamar o Evangelho, assim refletiu Pe. Pedro:
“Tendo vivenciado nessa caminhada de fé esses cinquenta dias, depois da Ressurreição de Jesus, estamos aqui e posso perceber no semblante de vocês a motivação, a alegria e a satisfação em estar aqui para celebrar a festa de Pentecostes. Festa de Pentecostes que já era celebrada no Antigo Testamento, que tem um significado muito grande e foi adquirindo outros significados enriquecendo ainda mais esta festa. Pentecostes é festa para oferecermos as primícias, os primeiros frutos, é festa da colheita. A cidade de Jerusalém se movimentava para essa festa de Pentecostes. Lá haviam moradores de vários lugares, de várias culturas e também vinham para participar da festa muitas pessoas. Podemos imaginar a movimentação de Jerusalém por ocasião da festa de Pentecostes.”
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“E foi exatamente nesta festa que estavam reunidos em um mesmo lugar os discípulos de Jesus. Pessoas simples, galileus. Pessoas que eram consideradas inferiores. Não eram letradas, mas estavam ali participando da festa, quando aconteceu algo extraordinário. Uma grande ventania, que chamou a atenção de toda a Jerusalém. E, de repente, como que línguas de fogo pairou sobre os discípulos e eles ficaram cheios do Espírito Santo. E eles cheios do Espírito começaram a anunciar as maravilhas de Deus. E eles começaram a falar em diversos idiomas e toda aquela grande multidão que se reuniu por causa da repercussão daqueles sinais ficaram admirados. Como pode acontecer isso”?
Santa Missa | 24/05/2026 I Pentecostes I 19h
“O final desse texto nos chama a atenção e é algo que precisamos guardar para nós, que estamos recebendo nesta noite, agora, o Espírito Santo. ‘Todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua’. Essa sensação que tiveram as multidões reunidas em Jerusalém, deve ser também a nossa impressão ao receber o Espírito Santo nesta noite. E ao escutar a Palavra de Deus, deixando que ela encontre morada em nosso coração. Ao meditar a Palavra de Deus nesta festa, precisamos tomar consciência que somos um corpo, cuja cabeça é o próprio Cristo. Nós não podemos ser uma Igreja desvinculada da sua cabeça que é o Cristo, aquele que venceu a morte e quer nos anunciar a paz, o amor. Nessa festa de hoje, como cantamos na sequência, vamos pedir ao Espírito Santo que venha sobre nós, que seja enviado como luz, para iluminar o nosso caminho, que possa lavar as nossas impurezas e, sobretudo, que esse Espírito possa dar à Igreja, que espera e que deseja, os sete dons como prêmio, para que possamos vencer a morte e participar da alegria eterna. Convido a todos para que possamos, neste momento, nos sentirmos como aquela multidão, como os discípulos que receberam o Espírito Santo.”
Após a comunhão, nas homenagens ao mês dedicado à Maria, foi a vez dos membros da Pastoral Familiar prestaram a sua homenagem. Em procissão, os agentes da pastoral ofertaram flores à mãe de Jesus e coroaram Maria. Padre Pedro, finalizando o tempo litúrgico, o tempo Pascal, prosseguiu com o rito onde se apaga o Círio Pascal. “Que essa luz possa se multiplicar e entrar no coração de cada um aqui presente”; disse Padre Pedro ao finalizar a Santa Missa.
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Texto: Juciane Francisca / PasCom Sagrada Família
Foto: Laura Medrado / PasCom Sagrada Família