

No domingo, dia 25 de maio, aconteceu às 19h, na Matriz Sagrada Família, a Santa Missa do 6º Domingo da Páscoa, presidida pelo pároco Pe. Laurindo Aguiar, msf. Pe. Laurindo acolheu a todos os presentes. A celebração foi organizada com muito carinho pela Pastoral Familiar e contou com a animação do Ministério de Música de Leo e Sanderlan.
Em sua homilia, Pe. Laurindo assim refletiu:
“Estamos vivendo este tempo de alegria, o tempo da ressurreição do Senhor. E a palavra que hoje Jesus nos oferece é o convite de que ele enviará para nós o Espírito Santo. Ao mesmo tempo, ele oferece o dom da paz, que sustentará a missão da Igreja. Vamos percebendo que a ação do Espírito Santo vai conduzindo a vida da Igreja. A Primeira Leitura muito bem acentua isso. A Igreja que escuta a voz de Deus pela ação do Espírito Santo. Perceber que a Igreja é perfeita enquanto Igreja de Cristo. Ela é perfeita porque aquele que nos deu essa Igreja é perfeito. Mas a Igreja, enquanto feita de pessoas, tem suas imperfeições. Carrega suas fragilidades, suas dificuldades e suas crises. A Igreja precisa estar constantemente na presença de Deus, aberta à ação do Espírito Santo, para encontrar respostas para suas situações. É isso que a Igreja nascente enfrentou, com os primeiros que se converteram. Não vieram gente só de um grupo. Acolheu pessoas de todos os grupos.”
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“E o embate aqui dos grupos que se converteram vindo do judaísmo, fariseus, pessoas que tinham como referência a Lei Antiga, ou a Lei de Moisés, os mandamentos de Moisés, e os outros pagãos se converteram, mas vindo do paganismo. Alguns acreditavam para que ser salvos precisaria ser circuncidado. Os que se converteram do paganismo ficaram perturbados com aquilo que estava sendo colocado. Barnabé e Paulo, juntamente com os apóstolos e anciãos, que fazem em Jerusalém, o concílio, a primeira assembleia para discutir sobre o que é de fato essencial na nossa fé, e o que é acessório. E chega a conclusão. A Lei antiga pode ser um bom acessório. Mas ela não é o centro. Circuncidar para ser cristão, não precisa ser circunciso, como para os judeus. Para ser cristão nós precisamos crer em Jesus. Não é mais a Lei que salva. Mas é Jesus que salva. É Jesus que nos garante a vida plena. É em Jesus que nós queremos e devemos celebrar a glória de Deus, dar testemunho.”
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“Jesus é o ponto de unidade para todos os povos. Para todas as nações. E este primeiro momento da Igreja nos ensina hoje que nós, diante da pressa do mundo, diante da busca tão rápida por respostas pelas situações que enfrentamos, que nós devemos aprender a silenciar, aprender a andar no compasso, dar espaço para escutar a Palavra de Deus, para escutar o Espírito Santo de Deus para agir em nós. E quando nós nos abrimos à ação do Espírito Santo, a exemplo dessa primeira experiência, encontraremos respostas acertadas, por mais difícil que seja a situação que nós enfrentamos. O desejo de Deus é que todas as nações possam amá-lo. Todos os povos possam conhecê-lo e glorificá-lo. Nesse olhar universal, nesse olhar abrangente, como nos ajuda a rezar o salmista.”
Pe. Laurindo avisou sobre a romaria paroquial até a cidade de Aparecida e ressaltou que faltam poucas vagas. Faça já sua reserva na Secretaria Paroquial. Também avisou sobre os festejos de 60 anos da Paróquia que se aproximam, com especial destaque para a Missa com o Sertanejo, no próximo domingo, às 9h, na Matriz. Após os avisos, a Pastoral Familiar prestou uma belíssima homenagem à Nossa Senhora, com a coroação.
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Texto e foto: Alisson Faria / PasCom Sagrada Família